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Publicado em Notícias
Postado por  Província Irmã Clégia Ânesi 15 Janeiro 2020
Pastoral Indigenista Diocesana – Grajaú-MA

 

“Para que todos tenham vida

e vida em abundância” (Jo 10,10).

Aconteceu nesta terça-feira, (14) de janeiro de 2020 um encontro com representantes das Paróquias e Áreas Pastorais da Diocese de Grajaú-MA, onde existem povos indígenas.

O encontro foi assessorado pelas Irmãs Catequistas Franciscanas - Maria de Jesus Rodrigues Lima (Dijé), Marinete Silva Souza, e por Dom Rubival Cabral Britto, bispo da Diocese de Grajaú-MA. Contou também com a presença do padre Sérgio Gallina – Coordenador Diocesano de Pastoral.

Irmã Marinete dinamizou o momento orante reconstruindo os passos da evangelização na Amazônia maranhense, com a presença dos franciscanos capuchinhos, das Irmãs Capuchinhas de Madre Rubatto, dos padres Jesuítas, das Irmãs Carmelitas, dos padres Mercedários, e mais recentemente o CIMI, nós, Irmãs Catequistas Franciscanas e tantos outros missionários e missionárias, que com seus carismas acenderam luzes, anunciando o Evangelho no chão da missão. Fez o convite a todos que estavam presentes a dar continuidade à missão junto aos povos indígenas, trilhando novos caminhos à luz das conclusões do Sínodo para a Amazônia.

Com a chegada de Dom Rubival, presença comprometida, estável, ampliou o diálogo inter-religioso e insiste na criação de comunidades eclesiais missionárias indígenas.

Para isto, neste encontro inédito apresentou o “Projeto Pastoral Junto aos Povos Indígenas”, projeto em construção, específico da Diocese de Grajaú-MA, que atenda as comunidades indígenas de diferentes povos que tem seus territórios presentes nesta jurisdição eclesiástica, tendo em vista a exortação do Papa Francisco de uma igreja em saída que se deixa entranhar pelo “cheiro das ovelhas”, principalmente o das que estão feridas, desgarradas pela injustiça e exclusão e das que fazem parte de outros apriscos.

A Ação da Pastoral Indigenista não visa proselitistas, e sim atender ao permanente chamado do Mestre a servir gratuitamente, e a proclamar de forma clara, explícita, respeitosa e corajosa que Ele veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10).

Irmã Maria de Jesus Rodrigues Lima (Dijé) apresentou o histórico e mapeamento das comunidades indígenas existentes na diocese de Grajaú, ao todo 11 territórios, descortinando, assim, todo o seu conhecimento como parte do povo Guajajara e como Antropóloga.

Dando mais uma reforçada, no final das reflexões, Dom Rubival foi enfatizando que os missionários e as missionárias ao pisarem neste chão precisam alargar o coração, fazer conversão Pastoral, vencer a mentalidade capitalista e preconceituosa, ir ao encontro, dialogar, fazer roda de conversas, ouvir, ver, conhecer, acolher, conforme o ensinamento de Jesus: “ver, sentir compaixão e cuidar” (Lc 10, 33 -34).

Questionou... Qual é a nossa missão? E ao mesmo tempo respondeu - Anunciar Jesus Cristo e formar comunidades eclesiais missionárias indígenas, respeitando a cultura e dialogando, para que elas se tornem artífices e protagonistas na construção de igrejas vivas com rosto próprio.  Reforçando mais o que foi refletido no encontro, cada representante de paróquia ou de área pastoral, saiu com o compromisso de eleger o seu Conselho Pastoral Indigenista.

Festa dos 105 anos da Congregação

Ano 2020.

Informações adicionais

  • Fonte da Notícia: Irmã Marinete Silva Souza

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